
Terra
Entender o solo antes de plantar. Pesquisa de mercado, escuta do time, contexto cultural e social do negócio. O que já existe ali que ninguém enxergou.
Seis fases, do solo ao enxerto. Nomeado assim porque marca não se entrega pronta: se planta, se poda, se colhe e depois se acopla o que faz ela operar sozinha.
Seis fases, do solo ao enxerto. Nomeado assim porque marca não se entrega pronta: se planta, se poda, se colhe e depois se cuida dela, mês a mês.

Entender o solo antes de plantar. Pesquisa de mercado, escuta do time, contexto cultural e social do negócio. O que já existe ali que ninguém enxergou.

O núcleo que vai crescer. Propósito, posicionamento, narrativa e personalidade. É a decisão mais curta e a mais difícil do projeto.

O que sustenta a marca quando ela cresce. Sistema visual e verbal, arquitetura de marca, regras de uso. Feito para aguentar peso, não para ficar bonito no PDF.

A marca sai do arquivo. Embalagem, sinalização, produto, interface, conteúdo. É aqui que o desenho industrial entra e onde a maioria dos projetos de branding para.
E aqui a conversa vira para frente: análise da experiência do usuário no seu negócio, mapa dos caminhos possíveis e a decisão do que vale construir para colher fruto: site, e-commerce, automação, agente.

Colheita e replantio. Medição do que funcionou, ajuste do sistema e plano de expansão. A marca volta para a Terra com mais informação do que tinha.

Acoplar capacidade nova na planta que já vive. Agentes de IA que atendem, vendem, publicam e organizam o funil, desenhados sobre a marca e a jornada, não instalados por cima.
Serve para quem fez marca comigo e para quem já tem marca feita por outro. Entrego rodando, com treinamento e manual, e passo o controle.

Marca viva precisa de quem cuide dela depois do lançamento. No Enxerto eu fico junto da empresa por um ano, supervisionando a marca e cuidando das frentes de design por dentro, como parte do time.
Começa com um planejamento de 12 meses: as melhorias de cada mês ficam definidas e priorizadas desde o início. O escopo cobre design, branding e a integração da marca com IA, sempre dentro do mesmo sistema visual e verbal.
A marca também vira cultura dentro da empresa. O design entra no endomarketing e no employer branding: a comunicação com o time, os rituais, o jeito de apresentar a empresa para quem trabalha nela e para quem quer trabalhar.
Foi assim com a MaisMei: contrato como PJ, dentro do time de marketing, cuidando de seis frentes, do endomarketing à campanha nacional.
O físico grava e o digital espalha. Peso, textura e acabamento fazem a marca ficar na memória; a tela leva ela onde o produto não chega.
Quando são dois fornecedores diferentes, viram duas marcas. Eu desenho os dois com o mesmo sistema, e a pessoa que segurou a embalagem reconhece a mesma marca no Instagram três meses depois.