Do objeto à
experiência
Luan Riso, designer há 17 anos. Marcas de atuação nacional e franquias premiadas, do físico ao digital.
Luan Riso, designer há 17 anos. Marcas de atuação nacional e franquias premiadas, do físico ao digital.
Uma marca não termina no logo. Ela acontece em cada contato: na embalagem, no balcão, no post, no atendimento.
Comecei no design de produto, com o desenho industrial, projetando para quem segura, abre e usa. Depois veio a pós em Marketing Criativo, para entender como uma marca conversa e vende. E o MBA em Inovação Orientada à IA e UX, para desenhar a experiência também nas telas e nos processos.
São 17 anos aplicando esse estudo em empresas de atuação nacional e franquias premiadas. Cada formação somou um olhar, e hoje trabalho com os três juntos: produto, comunicação e experiência, do físico ao digital.
Nada disso apareceu de uma vez. Veio de desenhar desde criança, de gostar de contar história, e de descobrir que planejar era a parte que eu já fazia sem perceber.
Desenho desde criança, era a matéria em que eu ia bem na escola. Junto veio o teatro e a vontade de contar história, de entrar no contexto em vez de olhar de fora. As duas coisas seguem no meu trabalho.
Organizar como as coisas vão acontecer sempre foi meu jeito. Na faculdade isso ganhou nome: estratégia deixou de ser instinto e virou método de trabalho, com etapa, critério e ordem em cada projeto.
Hoje penso a experiência inteira da marca, do físico ao digital. Crio universo e narrativa para chegar na verdade de cada negócio, olhando para dentro dele em vez de buscar referência de fora.
Cresci entre a cidade e o campo, entre azulejo, renda de bilro, quermesse e boi de mamão. Foi minha primeira escola de projeto e hoje é método: busco em cada negócio o módulo que constrói a marca.

Do azulejo: uma peça, uma regra, a parede inteira.

Da renda de bilro: trama rígida, peça sempre única.

Do boi de mamão: elenco fixo, história sempre nova.

Da quermesse: o que tem à mão vira festa inteira.